Em 2017 mantém-se o pagamento dos subsídios por duodécimos, isto é, diluído pelos doze meses do ano.

A medida aplica-se a todos os funcionários - públicos e pensionistas e do sector privado - e prolonga-se até 31 de dezembro deste ano a experiência iniciada em 2013. Mas em que moldes?

Função pública e pensionistas só com duodécimos

Na administração pública, bem como para os pensionistas, as regras do jogo mudam um pouco. Já lá vai o tempo de receber todo o subsídio de férias antes do período de descanso e o subsídio de Natal até meados de dezembro.

Em 2017 recebem o duodécimo correspondente a metade do subsídio de Natal (50%), dividido pelos 12 meses do ano. A outra metade do subsídio de Natal é paga por inteiro em novembro.

Já o subsídio de férias é pago por inteiro em junho.

Trabalhadores do privado podem escolher

No sector privado, a diluição também se aplica, mas não obrigatoriamente sobre a totalidade dos subsídios a receber. Há dois cenários possíveis. No primeiro, e que é aplicado automaticamente, os subsídios são pagos a metade nas datas normais (50% antes das férias e antes do Natal), e os restantes 50% divididos em duodécimos ao longo dos doze meses do ano.

A alternativa passa por receber os subsídios por inteiro, nas datas tradicionais, mas nos caso de trabalhadores com contratos de trabalho sem termo.

Os trabalhadores que não querem receber os subsídios por duodécimos têm de comunicar essa intenção às entidades empregadoras dentro do prazo previsto (até ao dia 6 de janeiro). Se não concordarem com o pagamento diluído, mas não se opuseram, ficam a receber em duodécimos.

Se ainda tem dúvidas sobre quanto deverá receber todos os meses referente aos subsídios de férias e Natal, recorde como calcular os duodécimos.