A Netflix continua a 'soltar' minisséries que fazem, quase sempre, furor entre os milhões de assinantes da plataforma em todo o mundo.
Depois de "Eu Vou Encontrar-te" e, mais recentemente, "GIGN: Força de Elite", há uma outra que já lidera o top tanto em Portugal como a nível mundial, mostram os dados do FlixPatrol.
"Pesadelo Universitário: Os Assassinatos de Idaho" estreou na passada quarta-feira, 29 de julho, e é a nova coqueluche do momento. Para além de ter apenas três episódios, tem a particularidade de se tratar de uma produção baseada numa história verídica que chocou o mundo.
Qual o enredo?
A 13 de novembro de 2022, as vidas de quatro estudantes universitários foram tragicamente ceifadas. Madison, Kaylee, Ethan e Xana, que estudavam na Universidade do Idaho, foram encontrados mortos numa casa fora do campus, deixando a comunidade universitária em choque. Durante várias semanas, o assassino conseguiu escapar à justiça
Esta série documental de três episódios, com assinatura da realizadora Skye Borgman ("Número Desconhecido: Catfish no Liceu") e do produtor executivo nomeado para o Óscar Joe Berlinger ("Caso Arquivado: Quem Matou JonBenét Ramsey"), traz-nos um dos casos de homicídio mais chocantes dos últimos anos.
Conta com depoimentos exclusivos de familiares das vítimas e imagens inéditas da investigação policial para reconstituir os acontecimentos que levaram à detenção do suspeito.
O que diz a crítica?
Neste momento segue com uma avaliação perfeita no Rotten Tomatoes de 100%.
"A sua recusa em oferecer sequer um pouco de consolo às famílias, que a Sra. Borgman retrata como estando eternamente de luto, é uma demonstração de arrogância tão colossal que dedicar uma série de televisão à sua personalidade distorcida pode parecer um insulto adicional às pessoas civilizadas", escreve o Wall Street Journal.
"Não traz nada de novo sobre os homicídios da Universidade Estadual de Idaho, mas proporciona aos espectadores uma visão mais aprofundada das vítimas e das suas vidas, o que é sempre bem-vindo no género do crime real", aponta o Decider.
