Já ouviu falar de sangria de caixa mas não sabe o qual é o seu significado? A sangria de caixa significa que houve uma retirada não programada de dinheiro da caixa.

O termo é quase do senso comum para quem trabalha ou já passou por um super ou hipermercado, já que a sangria de caixa é feita várias vezes ao longo de um turno pelo operador. Mas a operação pode ser realizada em qualquer tipo de negócio ou atividade.

Como fazer

Quando as transações são muitas e o modo mais comum de pagamento é o dinheiro, é frequente a caixa onde são realizadas acumular valores muito elevados. E muito para além daquilo que é definido como o fundo de maneio. Pouco seguro e demasiado apelativo para ladrões, por exemplo. Logo, impõe-se a necessidade de realizar uma sangria de caixa.

Na prática, sangria de caixa é o nome dado à operação de recolha de valores em excesso na caixa para um outro local mais seguro. Regra geral, a caixa central ou a tesouraria. Daí que se utilize também a expressão “alívio da caixa” para descrever esta operação. Um dos principais aspetos que a caracteriza é o facto dessa remoção não ter uma programação pré-definida. Pelo contrário, pode ocorrer sempre que o operador entenda necessário.

Valores devem ser registados

Mas e esse dinheiro não é contabilizado para apurar o total da caixa? Claro que sim. Mesmo sendo encaminhado para outro local, através de um envelope, por exemplo, o montante de cada sangria de caixa é contabilizado no total das transações a apurar no final do expediente. E se não houver acompanhamento e registo dessas sangrias, o operador corre o risco de não ter as contas a baterem certo.

Esse risco é minimizado quando se utilizam programas informáticos de faturação que já preveem a operação sangria de caixa, ficando registada a ação e o valor em causa. Esse mesmo valor é abatido ao dinheiro que deveria estar na caixa na hora de fechar as contas e se apurar o saldo final.