Ainda esta semana circulavam rumores de que a Nothing poderia estar prestes a abandonar vários mercados, mas a própria marca apressou-se a desmentir a informação, esclarecendo que está apenas a reorganizar a sua estrutura para preparar uma nova fase de crescimento.
Afinal, os planos para o futuro próximo podem passar por um caminho completamente oposto ao da retração.
Segundo informações partilhadas pelo conhecido insider Yogesh Brar, a empresa liderada por Carl Pei está a trabalhar no seu primeiro relógio inteligente com a marca principal.
EXCLUSIVE
— Yogesh Brar (@heyitsyogesh) July 28, 2026
Nothing is making a smartwatch.
- Design carries typical Nothing DNA
- Launch in September
- Pricing under $300 US
To be released in limited markets
(will share more details soon)
O que se sabe sobre o smartwatch da Nothing
Embora a submarca CMF já tenha lançado relógios mais acessíveis, este será o primeiro smartwatch com a chancela e a identidade visual mais pura da Nothing.
- Design: Mantém a linguagem estética transparente característica da marca.
- Lançamento: A apresentação está prevista já para o mês de setembro.
- Preço: Deverá situar-se na casa dos 300 dólares (cerca de 275 euros em conversão direta).
- Disponibilidade: A grande desvantagem apontada é que a estreia deverá acontecer apenas em mercados selecionados.
Uma evolução já esperada, mas com riscos
Depois de se consolidar nos smartphones e nos auscultadores, a entrada direta da Nothing no mercado dos relógios inteligentes faz todo o sentido para fechar o seu ecossistema.
Um relógio de pouco menos de 300 euros coloca a empresa a competir numa gama média-alta, onde a fasquia da precisão dos sensores, da autonomia e do software é muito mais exigente do que no segmento económico da CMF.
Trata-se de uma aposta ambiciosa que demonstra maturidade e grau de confiança, mas que também exige que a marca entregue um produto verdadeiramente funcional e não apenas um acessório bonito para o pulso.
Agora, resta-nos aguardar por confirmações oficiais da marca (que podem não demorar muito) e torcer para que, a concretizar-se este lançamento, o mercado português faça parte dos planos de distribuição logo nesta primeira fase.
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