A reforma do IRS de 2015 trouxe novidades a nível de englobamento. A opção de englobamento ou de tributação autónoma de determinados tipos de rendimentos continua a existir, mas com algumas alterações.

Englobamento por categoria

O englobamento é feito por categoria, a partir de 2015. Em 2016, ao entregar o IRS de 2015, se o contribuinte optar por englobar rendimentos sujeitos a tributação a taxas liberatórias ou autónomas, ele deixa de ser obrigado a englobar todos os tipos de rendimentos sujeitos a tributação a taxas liberatórias ou autónomas na sua declaração.

O contribuinte passa a estar obrigado somente a englobar todos os rendimentos da categoria que optou por englobar (como englobar apenas os rendimentos prediais e não os rendimentos prediais juntamente com os rendimentos de capitais, como fazia antigamente).

Pedido de documentos para englobamento

Anteriormente era necessário pedir um documento comprovativo dos rendimentos auferidos às entidades pagadoras (aos bancos) para optar pelo englobamento, até dia 31 de janeiro.

Com a reforma do IRS deixou de existir um prazo para o efeito. No caso dos rendimentos prediais, os senhorios deixam até de serem obrigados a pedir a declaração de rendimentos ao banco.

Saiba o que muda mais no IRS.