A esperança é a última a morrer, certo? As hipóteses de conseguir demitir o seu chefe são mínimas. Mas enquanto há trabalho, há esperança. Estes são os passos a dar para possivelmente demitir um patrão.

Reunir forças

Para despedir o patrão é preciso estar à altura deste. Só assim é possível competir e superá-lo. Quando for bem visto na empresa, pode usar a imagem e a credibilidade construída. Terá de ser o melhor funcionário que conseguir. Se o seu chefe o atacar a si, ele só ficará mal visto, pois não tem por onde pegar e o seu trabalho é de melhor qualidade.

Reunir as tropas

Sozinho não alcança nada. Precisa de juntar aliados. A união faz a força. Se tiver em quem se apoiar na empresa, como os colegas de trabalho, o seu caso ganha outras dimensões, assim como mais força. Se pertencer a um sindicato tem de obter o apoio deste.

Faça uma lista com as queixas de todos os trabalhadores e recolha as suas assinaturas.

Fazer alianças

Terá de contactar os superiores do seu chefe (ou os seus semelhantes). É essencial estabelecer boas relações com estes e mostrar que pode fazer o mesmo trabalho que o seu chefe (e a menores custos).

Estabelecer plano

Pode montar diferentes estratégias para derrubar o seu chefe. Uma delas é optar pelo silêncio e pelo profissionalismo quando questionado sobre o seu chefe (isto pode levar a que seja escolhido para o lugar dele, pelo seu comportamento e competências).

Outra é apontar todas as falhas/comportamentos indevidos do seu chefe e o que isso custa à empresa, para mostrar o dano aos superiores. Um relatório completo e documentos de justificação são fulcrais para apoiar a hipótese da demissão.

Marque uma reunião com fins confidenciais e exponha o seu caso. Prepare-se para tudo (como não acontecer nada, como o patrão retaliar, ou até perder o próprio emprego). O mais provável é manter-se o apoio ao patrão ou abrir-se um inquérito sobre o assunto. Demitir um chefe é um processo demorado, que se pode arrastar durante anos.