Como consumidores compramos muita coisa. Muita coisa da qual nos arrependemos rapidamente. Entre as compras mais “estúpidas” que fazemos encontram-se os seguintes desperdícios dinheiro.

Jogos da sorte

O Euromilhões pode ser o melhor investimento do mundo: com um investimento mínimo pode-se ganhar o maior prémio que alguma vez vimos. Mas o Euromilhões também pode ser o maior desperdício de dinheiro do mundo se injetarmos constantemente dinheiro nesta compra que nunca aparece, como D. Sebastião. É uma questão de sorte (muita sorte).

Garantias extra

O seguro morreu de velho mas a maior parte das garantias extra que compramos em produtos tecnológicos nunca são ativadas. À exceção do computador, não costuma compensar pagar por proteções quase do preço do produto: a garantia normal de reparação de dois anos costuma ser suficiente para os nossos aparelhos.

Smartphones do momento

A onda do novo smartphone arrasta e afoga muita gente. O modelo da moda demora meses a ser pago e quanto está efetivamente pago, ele já está ultrapassado. Se pensarmos bem nesta compra, descobrimos que não precisamos de ter um telefone no bolso que dispara mísseis, apenas precisamos de um telefone que dê para falar e escrever.

Televisões 3D

Muita tecnologia está condenada ao fracasso. Aconteceu com o Sony Betamax, um dos maiores produtos falhados colocados no mercado. Ter uma televisão 3D tem pinta, mas poucos são os filmes que se podem ver nesta tecnologia.

Fast-food

Comer comida rápida várias vezes faz mal à saúde e faz mal à carteira. Apesar de conveniente, é uma compra pouco sensata.

Banheira de hidromassagem

Sabe bem, mas esta compra vai trazer despesas consideráveis e vai ser usada poucas vezes. E o que se usa poucas vezes é sempre um desperdício de dinheiro.

Roupa de marca

Estima-se que se use apenas 20% da roupa do armário. Estamos constantemente a comprar roupa nova e roupa cara, de marca, que foi feita pelas mesmas crianças que noutro canto do mundo fizeram roupa semelhante mas que é vendida a um preço muito menor. Só estamos a comprar uma etiqueta.

Mais do mesmo (sem necessidade)

Compramos constantemente mais do mesmo. Olhemos para o exemplo de um relógio: compramos três ou quatro relógios só porque estamos cansados de olhar sempre para o mesmo. Mas esta compra bem cara nem precisa de ser feita, na verdade olhamos mais rápido para o telemóvel (ou para o computador) para ver as horas do que para o relógio no pulso (que muitas vezes até fica em casa na gaveta).