Pare, escute e olhe. Estas são as perguntas que deve fazer a si mesma(o) quando está numa loja de roupa e em vias de comprar alguma peça. Comprar pode ser divertido mas também pode ser uma dor de cabeça, com tanto dinheiro gasto sem razão.

Qual a razão de estar aqui?

Esta pergunta pode dividir-se em muitas outras. Deslocou-se à loja com o intuito de comprar algo ou está só a ver (como costuma dizer ao empregado da loja)? Precisa de algo ou está só a comprar por comprar (para compensar outra carência ou o aborrecimento)?

Preciso mesmo disto?

Compre apenas o que necessita. Não se desloque a uma loja para comprar calças e saia de lá com sapatos, blusas, casacos, bolsas, e…sem comprar calças.

Não tenho já igual?

Comprar roupa parecida que só vai usar uma ou duas vezes é um desperdício de dinheiro e de espaço no guarda roupa.

Consigo andar com isto?

Por mais barata ou bela que a roupa seja, se ela não lhe serve bem, como deve ser, não a deve comprar. Se comprar uns sapatos apertados existem dois cenários: ou vai massacrar os seus pés durante horas ou chorar o dinheiro que gastou, ao guardar os sapatos e nunca os utilizar.

O que representa este valor no orçamento?

Apesar das compras serem feitas muitas vezes por impulso é preciso parar para comprar com a razão. Equacione o impacto que esta despesa em roupa tem para o resto do mês.

Arrepender-me-ei se não comprar?

Na dúvida entre comprar uma peça de roupa ou não pode sempre dar uma volta para deliberar sobre a compra com mais tempo. Se vê que a peça mexe consigo e que se arrependerá caso não a compre então sim, volte à loja e compre.

Será que o vício das compras já a apanhou? Veja os sinais de que é uma pessoa viciada em compras e descubra como limitar as compras por impulso.