7 Razões para investir em experiências e não em objetos

Se ainda tem dúvidas relativamente a compra de experiências aqui ficam 5 vantagens de comprar experiências. As experiências são cada vez mais procuradas, quer como prendas para os outros quer como prendas para o próprio. E na verdade não faltam razões para isso.

1. As coisas não fazem parte de nós, mas as experiências sim

Eis por que razão se deve gastar mais em experiências do que em coisas segundo a ciência: as coisas fornecem felicidade temporária, enquanto as experiências tornam-se parte da nossa identidade. A razão para as coisas só trazerem alegria momentânea é habituarmo-nos a elas e querermos sempre coisas novas e melhores, o que leva a comparações, a esforços financeiros e a insatisfações constantes. Vários estudos apontam para o facto da excitação da compra se transformar em adaptação rapidamente.

Se por uma mão não somos o acumular de coisas que temos, por outra mão podemos ser o acumular de coisas que vimos, sentimos, presenciamos e fizemos. As experiências fazem parte de nós.

2. As coisas trazem impaciência, as experiências excitação

Um estudo de Harvard concluiu que a antecipação de uma experiência causa excitação e alegria, enquanto a antecipação de obter uma coisa causa impaciência. As experiências são prazerosas desde o momento do planeamento, até ao momento posterior, de memória. Já uma coisa pode trazer impaciência e desilusão em vários momentos.

3. As coisas perdem valor, as experiências não

Se comprar algo que não gostou, vai ter essa coisa para sempre a olhar para si e lembrar-lhe do mau investimento que fez (a não ser que a venda, claro). O próprio investimento vai perder o seu valor ao longo do tempo.

Contudo, uma experiência, por mais curta que seja, fica para sempre na memória como um tesouro encontrado. Se andar numa montanha russa da Disneyland, por exemplo, nem que seja por um minuto, vai valorizar essa rápida experiência para sempre.

4. As experiências são encaradas como uma realização pessoal

A expetativa de ir a um concerto da banda preferida, a título de exemplo, é maior do que comprar a t-shirt dessa mesma banda. É uma sensação de integração, de partilha e de realização que não se sente com um coisa. É o fazer parte de algo. O conseguir, e não o ter.

Enquanto uma experiência pode colmatar uma insatisfação da pessoa (por nunca ter feito algo antes e agora o conseguir), uma coisa não satisfaz/realiza uma pessoa. Comprar uma coisa até pode satisfazer a pessoa no momento, mas pouco depois ela sente necessidade de comprar outra coisa qualquer.

5. As experiências colocam-lhe a felicidade estampada no rosto

Já deve ter percebido que o que traz felicidade são as experiências e não as coisas. Comprar uma televisão para ver as pirâmides do Egito e visitar as pirâmide não é, nem de perto nem de longe, a mesma coisa. Se há um exemplo de que o dinheiro pode comprar felicidade, ele é a compra de experiências.

6. As experiências permitem viver o momento

Comprar experiências e viver experiências, equivale a fazer parte de algo, a sentir o momento. Comprar coisas, equivale a simular um momento, uma sensação.

7. As experiências transformam-se em excelentes recordações

As boas experiências ficam para sempre na memória. Já as coisas, pelo contrário, saem de vista e da mente em pouco tempo. As coisas até podem durar mais do que as experiências, mas a felicidade que elas trazem evapora-se rapidamente.