5 Profissões em Vias de Extinção

O passado é cada vez menos presente. Pelo menos ao nível das atividades que se desenvolvem. Conheça 5 profissões em vias de extinção em Portugal.

A evolução do mercado e, sobretudo, a evolução das tecnologias têm feito desaparecer muitas profissões. Algumas já nem sequer constam da Classificação Nacional de Profissões. Outras estão em vias de extinção. Eis algumas delas.

Polícia-sinaleiro

Era uma figura comum nas ruas, para controlar o trânsito nas cidades. Agora, parece haver apenas um, em Lisboa. Os restantes polícias-sinaleiros foram substituídos por semáforos.

Engraxador de sapatos

Também nas ruas de qualquer cidade era comum encontrar engraxadores de sapatos. Agora, são raros. E até já se veem nos centros comerciais máquinas que substituem esses profissionais para a ação de limpar e engraxar o calçado. O certo é que é também menos necessário, já que é cada vez mais comum o uso de calçado que não exige esses cuidados, como as sapatilhas.

Amolador

Facas, tesouras, machados. São utensílios que ainda existem nos nossos dias, mas que já não são afiados com a regularidade de outros tempos. A missão era do amolador, responsável por afiar qualquer objeto cortante, indo de encontro às necessidades das pessoas. O quotidiano mudou, as necessidades também e até já existem pequenos objetos para afiar as facas sem esforço, retirando espaço a esta figura do amolador.

Normalmente, faziam-se deslocar de bicicleta, anunciando a passagem pelas ruas recorrendo a um apito. Os mais antigos associam o som a mudança do tempo, já que estes amoladores também reparavam guarda-chuvas.

Sapateiro

Ainda existe, mas a sua função não é tanto a de fabricar de calçado. Normalmente, apenas conserta. A profissão como foi criada está em vias de extinção, na sequência do desenvolvimento da indústria do calçado. Restam apenas os sapateiros que pouco mais fazem do que reparar calçado e até carteiras.

Alfaiate

Tal como o calçado, também o vestuário é agora quase exclusivo das fábricas. Antes, era missão dos alfaiates. Poucos são os que ainda se dedicam a esta profissão de desenhar, cortar, costurar e reformular as peças de roupa. A maioria, trabalha em casa, para vizinhos e conhecidos, apenas por encomenda. E apesar de ser uma profissão em vias de extinção, poderá recuperar algum fôlego sobretudo quando se fala em reformar as roupas, dadas as dificuldades económicas para renovar o guarda-roupa com peças novas.

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