Há um custo a pagar por uma má contratação. Na verdade são várias as consequências de uma má contratação para a empresa. Raramente a pressa é sinónimo de eficácia. Assim, preencher uma vaga na empresa deve ser sempre uma decisão bem ponderada.

Seja para uma função nova ou para substituir alguém, a escolha de um novo colaborador deve ser um processo bem estruturado e, acima de tudo, atempado. Porque a pressa pode traduzir-se numa má contratação. E ter as seguintes consequências.

Perda de tempo

Olhando à duração de um processo de recrutamento, uma das principais consequências de uma má contratação é a perda de tempo. Se o profissional não corresponde ao desejado ou vai contra as expectativas da empresa, esta terá que reiniciar o processo de procura. Até poderá avançar mais rapidamente, se ficou com outros candidatos debaixo de olho, mas durante esse período o cargo não estará a ser desempenhado por ninguém.

Custos acrescidos

Associada à perda de tempo está o custo acrescido que acarreta uma má contratação. Não encaixando no cargo, não estará a produzir o suficiente, impedindo a empresa de aumentar a sua faturação ou os lucros. E se o recrutamento for entregue a uma entidade externa, soma-se também este custo – duplicado – às consequências das más contratações.

Má imagem da empresa

E se o colaborador que afinal foi mal escolhido está a dar a cara pela empresa, cuidado! A imagem que dará aos parceiros e aos clientes pode prejudicar a imagem que estes têm da organização e, em casos mais graves, até afastá-los do negócio.

A questão da imagem coloca-se ainda a um outro nível, sem sair do campo das consequências de uma má contratação. Porque mesmo saindo da empresa poderá provocar no exterior uma ideia menos positiva da entidade e condicionar o seu sucesso. Quer na atração de clientes quer nos processos seguintes de recrutamento.

Má reputação do candidato

E para o profissional não há consequências de uma má contratação? Também as há, sim. Desde logo, a desmotivação e perda de autoestima quando se apercebe que não correspondeu ao que esperaram dele quando o selecionaram. E outras consequências a médio e longo prazo pela perceção – muitas vezes errónea – que outras possíveis entidades empregadoras poderão ter do facto de ter sido dispensado por não ser a pessoa certa para o cargo.

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